Os dias são livres,
mas não mais vemos,
nos subúrbios de nossas memórias,
os fragmentos de nossas vidas.
O caminho para casa desintegrou-se,
junto com seu sorriso,
com os relatos de onde estava eu
quando da visita ao purgatório.
Ansiei por seu retorno.
Ainda anseio...
Mostrando postagens com marcador former. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador former. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Sob um céu sem cores...
... todas as vezes são as últimas,
e todas as últimas são as primeiras.
Toda valsa foi dançada
pelo ar dançarino que respiramos.
Toda vítima é cúmplice
do crime que sofreu.
Tudo é patético,
quando nada mais importa.
Tudo não deveria existir,
assim como o nada existe.
Toda generalização é amorfa.
E mentirosa.
e todas as últimas são as primeiras.
Toda valsa foi dançada
pelo ar dançarino que respiramos.
Toda vítima é cúmplice
do crime que sofreu.
Tudo é patético,
quando nada mais importa.
Tudo não deveria existir,
assim como o nada existe.
Toda generalização é amorfa.
E mentirosa.
sábado, 14 de agosto de 2010
Escolhas cegas
O carrossel corre inquieto,
suas belas engrenagens
contam com a eterna chuva do tempo,
para prosseguirem com este movimento
confuso, atordoado...
Sobre os cavalos coloridos,
branco, vermelho, preto e baio,
sentei-me a espera da revelação,
aguardando a iminente chegada.
Chegada esta incógnita,
anjos ou demônios, qualquer um,
cairiam sobre mim.
A fúria ou a paz, ou seria, talvez,
a paz ou a fúria?
A luta atormenta a placidez
de uma mente cujo descanso é negado,
por seres celestiais ou infernais,
de olhos azuis ou muito verdes,
dedicando o tempo eterno do carrossel
para tamanha jornada.
E se o anjo tivesse na sua ternura
horário marcado, terreno delineado,
não seria melhor repousar na dedicação
incansável da tortura ininterrupta,
das colisões infernais de pensamentos,
sentimentos e fugas esquecidas,
esquecidas no tempo
em que o carrossel era um brinquedo
e o tempo, um relógio?
suas belas engrenagens
contam com a eterna chuva do tempo,
para prosseguirem com este movimento
confuso, atordoado...
Sobre os cavalos coloridos,
branco, vermelho, preto e baio,
sentei-me a espera da revelação,
aguardando a iminente chegada.
Chegada esta incógnita,
anjos ou demônios, qualquer um,
cairiam sobre mim.
A fúria ou a paz, ou seria, talvez,
a paz ou a fúria?
A luta atormenta a placidez
de uma mente cujo descanso é negado,
por seres celestiais ou infernais,
de olhos azuis ou muito verdes,
dedicando o tempo eterno do carrossel
para tamanha jornada.
E se o anjo tivesse na sua ternura
horário marcado, terreno delineado,
não seria melhor repousar na dedicação
incansável da tortura ininterrupta,
das colisões infernais de pensamentos,
sentimentos e fugas esquecidas,
esquecidas no tempo
em que o carrossel era um brinquedo
e o tempo, um relógio?
Assinar:
Postagens (Atom)