Se minha tão querida oitava é inacabada,
diga como entao deveríamos viver?
Se tal perfeição não será perpetuada,
diga-me porque nós deveríamos viver...
Se as notas só param quando o onírico surge,
se os dias só rastejam enquanto a noite morre,
se esta mente repudia a ideia e o peito urge,
se nem mesmo a ti este desespero recorre,
Diga porque nós deveríamos viver...
Nenhum comentário:
Postar um comentário